Fundação
João Fernandes da Cunha
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Data do evento: 27/02
A circulação dos livros no Brasil se expandiu com a chegada da família real portuguesa, em 1808, e com a fundação da imprensa régia. As primeiras obras didáticas publicadas nacionalmente foram as traduções para a Escola Militar, já a produção dos livros didáticos foi impulsionada a partir de 1822, com a Independência do Brasil e com o decreto das primeiras leis no contexto educacional. Entretanto, devido à escassez de papel, os livros eram impressos no exterior, com a finalidade de reduzir os custos. Apenas a partir de 1920, com o surgimento das primeiras indústrias de papel que a impressão nacional teve início. Em 1930, durante o governo do Getúlio Vargas, foi criado o Ministério da Educação e, em 1938, a Comissão Nacional do Livro Didático. Com isso, tanto o número de estudantes quanto a circulação de livros aumentaram. Em 1985 o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) foi criado. Com ele, o governo assumiu a responsabilidade pela compra e pela distribuição das obras didáticas para os alunos da rede pública de ensino. A importância do livro didático como instrumento de ensino se deve ao fato de ele ser um facilitador no processo de aprendizagem e no desenvolvimento do aluno. Ele representa um norteador para o professor, contribuindo para a formação das estratégias de ensino. O livro didático é um ponto de apoio para auxiliar o educador, na medida em que ele traça um caminho e uma sequência para a aprendizagem, evitando que ocorram lacunas que prejudiquem o entendimento dos conteúdos. Além disso, esse material representa uma fonte confiável de consulta, tanto para os docentes quanto para os alunos e as suas famílias. Apesar de o livro didático oferecer um suporte para o professor, o educador continua tendo a autonomia para construir a sua aula e toda a sua dinâmica. O uso do material ajuda na otimização do tempo, uma vez que fornece ao docente fontes de pesquisa e exercícios na própria obra. Dessa forma, o educador não precisa focar no “o que ensinar” mas sim no “como ensinar”, descobrindo novas metodologias para tornar a aula mais atrativa e os alunos mais engajados.A importância do Livro Didático